Foram três anos de envolvimento e muito trabalho por parte de todos os participantes e equipa no projeto que agora chegou ao fim, mas que deixou em todos um sentimento de objetivo cumprido, em prol do desenvolvimento afectivo e intelectual dos nossos alunos. A última mobilidade realizou-se na Lituânia e contou com a participação de 4 elementos da equipa. A etapa final do projeto ocorreu no Centro de Formação Profissional de Kedainiai (PRC). O projeto, que arrancou em 2018 e devia durar até 2020, foi prorrogado devido à situação de pandemia e, entre 2 a 6 de agosto, realizou-se o último encontro dos participantes do projeto. Seis países participaram do projeto: Turquia, Portugal, Romênia, Grécia, Itália e Lituânia. O objetivo do projeto foi a aplicação e implementação de tecnologias inovadoras no processo de ensino aprendizagem, compartilhando experiências e boas práticas entre os países. Todas as atividades do projeto foram destinadas a professores e alunos. Para professores - com o objetivo de ensinar de forma interessante e inovadora, e para o aluno - para torná-lo interessado em aprender e aprender de uma forma diferente e não tradicional, utilizando vários aplicativos online, plataformas, etc. A ideia do projeto foi sugerida por um parceiro do projeto da Turquia, que encontrou parceiros na Itália, Roménia, Grécia, Portugal, Lituânia, para os quais o tema era interessante e relevante. Aqui está o testemunho de uma das Coordenadoras do projeto. "As experiências de cada pessoa são diferentes. Cada escola envolvida no projeto é diferente. Durante o projeto estivemos em Portugal com os alunos. A escola de Coimbra deixou uma impressão especial. Esta escola é adaptada para alunos com deficiência auditiva. Os participantes do projeto assistiram a um concerto na escola onde alunos com deficiência auditiva executaram uma música. Afeta muito a todos, mostra como a tecnologia ajuda a pessoa a integrar- se na sociedade". Zivile Matukiene, coordenadora e parceira da Lituânia. Com a ajuda de tod@s terminamos mais um projeto Erasmus+ de sucesso que coloca o AECC na linha da frente na forma de encarar o espaço educativo europeu - fortalecendo a nossa identidade cultural e criando dinâmicas de partilha e de boas práticas que só valorizam o nosso contexto educativo.

O Agrupamento de Escolas Coimbra Centro recebeu do Comité Olímpico de Portugal o certificado de participação no Programa de Educação Olímpica pelo importante contributo na promoção do Olimpismo e dos Valores Olímpicos,  referente ao ano letivo 2020/2021.

Parabéns ao Diogo Ribeiro do 10º 3, aluno UAARE da Escola Secundária Jaime Cortesão, pertencente ao Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, que se apurou para a final dos 50m mariposa do Campeonato da Europa de Juniores a decorrer em Roma.

A Companhia do Estudo  é um projeto de mentoria da Critical Software em parceria com o Agrupamento de Escolas Coimbra Centro. Leia a notícia da RTP aqui.

Parabéns ao nosso aluno UAARE, Bernardo Tralhão Fernandes (12°1) judoca da ACM, pelo excelente 3° lugar em representação de Portugal, nesta importante prova que decorreu ontem em Cernache e contou com a presença dos melhores judocas juniores da atualidade.

Parabéns à Giovanna Martinovich, aluna da turma 10.º 1 da Escola Secundária Jaime Cortesão, pertencente ao Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, pela medalha de ouro que obteve nas Olimpíadas Portuguesas da Biologia Sénior 10º ano 2021, competição organizada pela Ordem dos Biólogos.

Decorreu no passado dia 15, na Escola Secundária de Jaime Cortesão, a entrega de prémios às equipas classificadas em segundo e terceiro lugar na fase nacional da Competição Europeia de Estatística (ESC), em videoconferência com o Instituto Nacional de Estatística. A ESC é uma competição organizada pelo Eurostat (o Gabinete de Estatísticas da União Europeia) e vários Institutos Nacionais de Estatística, com o propósito de promover a literacia estatística entre os alunos e os professores. A competição tem duas fases: a nacional e a europeia. Os principais objetivos da ESC são: promover a curiosidade e o interesse dos alunos pela estatística; incentivar os professores a utilizar novos materiais e novos métodos de ensino da estatística, incrementando a utilização de dados estatísticos oficiais e a aplicação do conhecimento estatístico adquirido. Visam também mostrar aos alunos e aos professores o papel da estatística em vários aspetos da sociedade, e ainda promover o trabalho de equipa e a colaboração entre alunos com vista a alcançar objetivos comuns. A equipa classificada em segundo lugar, constituída por três alunos da turma um do décimo segundo ano: Bernardo Tralhão, Diogo Machado e Simão Botas, foi orientada pela professora Margarida Cid. Esta classificação permitiu o acesso à fase europeia. A equipa classificada em terceiro lugar integrava três alunas da turma um do décimo primeiro ano: Ana Beatriz Araújo, Carolina Zhang e Natacha Zhang e foi orientada pela professora Ana Paula Mouro.

Os alunos da turma B do 9º ano da Escola Básica nº 2 de São Silvestre, nomeadamente os números 2, Afonso Macedo, 3, Ana Luz, 5, Francisca Henriques, 6, Gabriela Cardoso, 9, Mariana Sousa, 11, Matilde Melo, 12, Miguel Bogalho, 14, Pedro Moreira e 18, Tatiana Costa, receberam os Certificados de Participação pelo trabalho que desenvolveram este ano letivo no âmbito do projeto Erasmus + KA2 Strategic partnership 2020-1-SK01-KA229-078231_4, intitulado Game Literacy and Learning. Os trabalhos realizados, foram apresentados à turma e publicados na plataforma eTwinning, que é uma comunidade virtual das escolas da Europa. Com a sua participação, revelaram empenho, criatividade, sensibilidade, sentido crítico e desenvolveram as suas capacidades comunicativas em língua inglesa. E ainda, contribuíram para a divulgação e a valorização da cultura do nosso país. A cerimónia da entrega decorreu no âmbito da Direção de Turma, no dia 16 de junho de 2021.

Assista ao vídeo da tomada de posse da Diretora do Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, Dra. Conceição Malhó Gomes, aqui.

Parabéns à Mariana Simões, aluna UAARE da Escola Secundária Jaime Cortesão, pertencente ao Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, do 10º 1, que conquistou um 3º lugar na Taça Internacional de Cadetes 2021. Pode ler a notícia da Federação Portuguesa de Judo, aqui. Na imagem a  Mariana Simões (à direita no 3º lugar do pódio).

De 4 a 30  junho estará patente na Biblioteca da Escola Básica Poeta Manuel da Silva Gaio uma exposição dedicada aos Jogos Populares e Tradicionais. Esta exposição é o resultado do trabalho de projeto, em grupo, desenvolvido por cada uma das turmas dos 11º e 12º anos dos Cursos Gerais, da Escola Secundária de Jaime Cortesão, no âmbito da disciplina de Educação Física. Os seus “3 IN” (INstalação INterativa e INclusiva) denotam, sobretudo, a intenção de proporcionar aos visitantes surdos e cegos uma experiência agradável através de um acesso facilitado à informação complementar constante nos elementos expostos, pois um código QR permite aceder, pelo telemóvel, a vídeos com locução áudio e apresentação por intérpretes de Língua Gestual Portuguesa.

A turma do 4º ano da E. B. 1 de São Bartolomeu, no dia sete de maio, conheceu o engenheiro Gonçalo Quadros, fundador da Critical Software. Esta visita aconteceu porque o Engenheiro Gonçalo frequentou a Escola Básica do 1º Ciclo de São Bartolomeu, pertencente ao Agrupamento de Escolas Coimbra Centro,  quando era criança, do 1º ao 4º ano de escolaridade.  Como tivemos muita curiosidade em saber mais sobre a sua vida, fizemos algumas questões, às quais respondeu com muito gosto.  Em que ano nasceu?    1962. Novembro.   O mês do meu nascimento tem o dia do meu nascimento escrito nele, o que eu sempre achei muito engraçado.  Quais as escolas de Coimbra que frequentou?    Foi na vossa escola, São Bartolomeu, que tudo começou – 1º, 2º, 3º e 4º anos.   Depois andei nas Anexas (que funcionavam nas instalações do antigo estádio de futebol, na Solum) – 5º e 6º anos.   Daí passei para a Eugénio de Castro. E depois, antes de entrar na Universidade – 10º, 11º e 12º  – frequentei o Liceu Infanta D. Maria.   Ainda me lembro de muitas coisas na escola de São Bartolomeu.   Lembro-me, por exemplo, de que tínhamos pena de não podermos brincar com as meninas. No meu tempo as aulas eram separadas, de um lado as meninas, do outro, os meninos.   Nós, os rapazes, passávamos muito tempo no intervalo encostados a um muro muito estreito que separava os dois recreios para podermos falar com elas.   Também me lembro muito bem da última pergunta que o Sr. Professor me fez no exame do quarto ano (quarta-classe, na altura):   De que cor é o bico do melro?   Vocês sabem a resposta?   Eu acertei essa pergunta e foi um alívio quando percebi que não havia mais.   Qual foi o curso que escolheu para entrar na Universidade?    Queria muito aprender tudo o que pudesse sobre computadores. Saber muito, tudo, sobre como eles funcionavam e faziam tantas coisas fantásticas que pareciam magia.   Na altura não tínhamos um computador em casa! Isso de PC’s, de computadores portáteis, ou de um simples telemóvel, era ficção científica. Uma máquina capaz de fazer o que hoje faz um telemóvel ocupava uma sala inteira do tamanho da vossa sala de aulas.   Quando tive de escolher, ainda não havia o curso de Engenharia Informática. O mais próximo era o de Engenharia Electrotécnica. E foi esse que escolhi.  Quais as profissões que teve?    A minha primeira profissão foi a de vendedor de livros, numa empresa que se chama Círculo de Leitores. Isso aconteceu ainda antes de entrar na Universidade. Procurava vender livros porta a porta ao final do dia ou hora de jantar, para ganhar algum dinheiro e poder comprar uma mota. Nunca fui bem sucedido e não gostava nada, mesmo nada, daquela profissão – principalmente de bater à porta de pessoas quando elas estavam a descansar. Prometi a mim mesmo que a minha profissão no futuro tinha de ser algo de que eu gostasse mesmo.   Depois, quando terminei o curso, fui professor. A profissão mais bonita, e mais nobre, que se pode ter.   Mas como eu queria muito ser engenheiro resolvi candidatar-me a uma posição de engenharia. Fui engenheiro de sistemas vários anos. Em resumo, tomava conta de computadores – garantia que eles funcionavam bem, sem falhas nem problemas.   Mas depois, achei que devia criar uma empresa de engenharia que fosse minha. Queria ter a minha empresa, o meu projecto. A Critical nasceu, foi crescendo, e eu fui sendo cada vez mais um gestor, e cada vez menos um engenheiro.   Mas gosto muito, também, de ser gestor, pelo que isso não foi um problema para mim.  Qual foi a sua maior conquista?   Ter amigos, bons amigos, foi a minha maior conquista. Fica tudo mais fácil na nossa vida quando temos amigos. Mas os amigos têm de ser conquistados, primeiro, e muito acarinhados, depois. Hoje tenho muitos amigos que vêm do tempo em que eu ainda andava na escola e com quem eu convivo com muita frequência. E isso é uma conquista espetacular, não acham?   A Critical, começou, cresceu, tornou-se maior e mais forte, porque as pessoas que a desenvolveram se entre-ajudaram, souberam ultrapassar problemas, celebrar vitórias, trabalhar em conjunto para andar mais depressa e evitar zangas. Ter feito da Critical uma empresa grande, é uma conquista importante. Mas na verdade, isso não seria possível sem as pessoas que se juntaram à volta dela, que de forma muito cúmplice, muito unida, cada um trazendo coisas diversas, a fizeram crescer solidamente e rapidamente.     Com quantos anos teve a ideia de fundar uma empresa de Software?    Quando andava na Universidade, quando tinha cerca de 20 anos, sabia que mais tarde ou mais cedo ia ter uma empresa minha. Não sabia se ia conseguir ser bem sucedido, mas sabia que teria de tentar. A minha primeira tentativa, que fiz logo após ter terminado a minha Licenciatura, foi uma empresa chamada IX-Informática. Foi um completo falhanço.   Só bem mais tarde voltei a tentar – e aí nasceu a Critical Software.  Qual foi a sua inspiração para criar uma empresa? Houve mais pessoas a ajudar a fundar a empresa?    A Apple, e seu fundador – o Steve Jobs – eram uma inspiração para mim (o meu primeiro computador foi um Apple Macintosh).   O Fausto e o João, fundaram comigo a IX.   Outro João, o Dino e eu, foram os fundadores da Critical.  Em quantos países existe a Critical Software?    Para além de Portugal, claro, a Critical tem subsidiárias, ou escritórios, nos Estados Unidos, no Reino Unido, e na Alemanha. Mas tem trabalhado em muitos outros países – algumas dezenas, nos cinco continentes.  Pretende que a Critical Software chegue a mais países?    A Critical vai continuar a crescer, pelo que, sim, espero que consiga chegar a ainda mais países.  Alguma vez pensou que iria ter uma grande empresa como hoje tem?    Acho que nunca pensei muito nisso. Não era assim tão importante saber onde iria chegar – ou seja, fazer com que ela fosse muito grande. Interessava o caminho, mas não tanto o destino, percebem? E isso é quase sempre assim nas nossas vidas: é o caminho que interessa (que tem de nos desafiar, motivar, apaixonar), e não o destino. O sonho era mesmo ter a minha empresa e poder fazer o que eu gostasse de fazer enquanto engenheiro. Depois, todos os que trabalhavam na Critical, e porque gostavam mesmo de trabalhar na Critical, foram fazendo-a crescer. Quase sem darmos conta, a Critical cresceu e tornou-se grande.  Ao longo da sua vida, pensou em ter outra profissão?    Passou-me pela cabeça ser Médico, quando era jovem. Achava que talvez fosse a melhor forma de ajudar os outros.   Mas as máquinas, principalmente os computadores, rapidamente me fizeram ver que o meu caminho tinha de ser o da engenharia.  Recebeu algum prémio importante?   A Critical recebeu vários prémios. Os prémios são bons porque nos fazem sentir muito orgulhosos e nos dão ainda mais energia, determinação, ambição, para continuarmos o nosso caminho.   Todos os prémios que eu recebi são prémios da Critical (se não fosse a Critical, eles não existiriam). Entre os mais importantes, estão aqueles que os nossos clientes nos deram e nos fizeram sentir os melhores do mundo!  Onde arranjou tanta motivação para chegar onde chegou? Houve alguém que o motivou?    Claro. Claro que sim. Olhem à vossa volta. Não há pessoas de quem gostam muito? Pessoas que vos fazem sentir espetacularmente bem quando estão ao pé delas? Pessoas que vocês acham que fazem tudo, ou quase tudo, muito bem, e com quem vocês querem ser parecidas ou parecidos? Pessoas que vos inspiram?   Pois bem. Eu encontrei várias pessoas dessas ao longo da minha vida. E continuo a encontrar.   Se não tivermos quem nos inspire, se tivermos medo ou não tivermos vontade de ir à procura de quem nos possa inspirar, a nossa energia, a nossa motivação, murcha e acaba por desaparecer.  Como é ser um dos homens mais importantes do mundo?    O que acham que é ser importante? Será bom, ser importante?   Eu acho que é bom sermos importantes para aqueles de quem gostamos muito.   Se aqueles de quem eu gosto me acharem importante, se eu for importante para eles, então eu sou de facto importante e é muito, muito, bom ser importante!   Se não, ser importante não serve para nada e não traz nada de muito bom.  Estamos muito gratos em ouvir as suas palavras ao responder às questões que colocámos, que nos fizeram pensar e refletir onde nós poderemos chegar um dia e fazermos aquilo que mais gostarmos, seguindo a sua inspiração e o sucesso da sua vida.  Obrigado!  

Pela prevenção de maus tratos a crianças e jovens. Alunos da Escola Básica Poeta Manuel da Silva Gaio, pertencente ao Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, assinalaram o mês da prevenção de maus tratos na infância, através de um Laço Azul Humano. Assista ao vídeo aqui. 

Selo de Conformidade EQAVET é atribuido pela Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional  (ANQEP).

A pessoa surda comunica em Língua Gestual Portuguesa, usando as mãos e privilegiando o sentido da visão. O AECC orgulha-se da inclusão de crianças, jovens e adultos surdos na sua comunidade, zelando pela partilha com outras EREBAS (Escola de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos) e lutando pela implementação das melhores respostas educativas. Neste, e em todos os outros dias, luta pela equidade na educação, crendo que só esta pode potenciar as melhores condições de vida, o respeito e o trabalho no futuro. Agradece-se às EREBAS de Leiria e de Faro pela maravilhosa troca de experiências e à atriz Sara Barros Leitão pelo seu “grito” de orgulho pela pessoa surda. Assista aos vídeos aqui e aqui. #todosomosaecc
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